O PureBR nasceu em 2019, num apartamento de dois quartos no bairro da Lapa, em São Paulo. Três jornalistas cansados de redações que priorizavam cliques acima de contexto decidiram fazer diferente. Sem investidor, sem patrocinador editorial, sem pauta sugerida por assessoria.
Nos primeiros meses, publicávamos duas reportagens por semana. Hoje, a equipe cresceu para onze pessoas entre jornalistas, editores e colaboradores freelance espalhados por seis estados. O modelo financeiro continua enxuto — e é assim que queremos que seja.
O que fazemos
Cobrimos política nacional, economia, cultura, meio ambiente e sociedade. Não tentamos ser o primeiro veículo a noticiar um fato. Tentamos ser o veículo que explica o que aquele fato significa — e quem paga o preço quando as coisas dão errado.
Nossas reportagens costumam demorar. Uma investigação sobre contratos municipais pode levar três semanas. Uma análise de dados do IBGE pode ficar na gaveta até que tenhamos certeza do que os números realmente dizem. Não publicamos para cumprir pauta — publicamos quando a história está pronta.
Nossa equipe
Beatriz Cavalcante — Editora-chefe. Formada pela USP, passou pelo Estadão e pela Agência Pública antes de fundar o PureBR. Cobre política há quinze anos.
Fernanda Queirós — Editora de economia. Especialista em finanças públicas e mercado de trabalho. Antes do PureBR, trabalhou no Valor Econômico por seis anos.
Rodrigo Menezes — Editor de cultura e comportamento. Músico frustrado que virou jornalista. Escreve sobre arte, identidade e o que a cultura popular revela sobre o país.
Camila Borges — Repórter de meio ambiente. Baseada em Belém, cobre a Amazônia e o Cerrado com frequência que poucos veículos nacionais conseguem manter.
Tatiana Fonseca — Repórter de sociedade. Pesquisa desigualdade, juventude e políticas públicas. Mestranda em Ciências Sociais pela UNICAMP.
Financiamento e independência
O PureBR não aceita publicidade editorial, patrocínio de partidos políticos ou financiamento de fundações com agenda declarada. Mantemo-nos por meio de assinaturas de leitores e de projetos pontuais de jornalismo de dados com organizações sem fins lucrativos.
Qualquer parceria que possa influenciar nossa cobertura é recusada. Se um anunciante pedir que não cobramos determinado tema, devolvemos o contrato.
Erros e correções
Erramos. Quando isso acontece, corrigimos de forma visível no topo da matéria, com data e descrição do que foi alterado. Não apagamos textos publicados — apenas os corrigimos com transparência. Veja nossa Política Editorial para mais detalhes.